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  • Wander B.

O JORNALISMO BRASILEIRO E A ARTE DE TRANSFORMAR FATO EM HIPÓTESE

Ainda sobre Anderson França e sua coluna na Folha.


Gente amiga que segue compartilhando o texto, olha pra essa falta de lógica:

Acontece um fato real que envolve nazismo, lá em Brasília, do lado do Presidente. Um caso real. Com vídeo.

Vídeo oficial postado pelo governo do país - não é mensagem de whats vazada, não é postagem de Instagram ou Twitter.

É propaganda oficial do governo com discurso nazista.

E não é que aparenta ser nazista, é pronunciamento com texto literal do Goebbels na boca do agora ex-secretário da cultura Roberto Alvim.

Coisa real. Coisa séria. Coisa que não pode ser desmentida e nem negada porque é vídeo. Aí o cara da Folha pega uma coisa real e séria e transforma em quê?

Numa coisa irreal.

Numa hipótese da cabeça dele.

E faz isso sem provas, sem nada, cometendo crime contra a honra de vários artistas queridos pelo povo brasileiro.

Talvez para ele o fato de Roberto Alvim ser um cara que só é conhecido por quem faz teatro em São Paulo dê pouca relevância ao caso.

E a resolução brilhante dele é deslocar a coisa e botar toda a galera do sertanejo, do axé e do funk no mesmo bolo pra ver se dá dimensão ao caso.

Mas não se pode criar dimensão a um caso acusando qualquer pessoa: eu vi na página do colunista aqui no Facebook, o cara falando, para além da dupla Maiara & Maraisa, da Anitta, da Ivete Sangalo, de uma porrada de gente...

E falando em tom combativo como se fosse o arauto da verdade.

Gente... Um discurso nazista dentro de um gabinete em Brasília é relevante por si só.

É chocante. É motivo pra parar o país.

É nazismo dentro do aparato governamental. E lá no alto escalão do governo.

É muita tolice, o que fez o França.

É muito desrespeito e muita irresponsabilidade.

Tanto pelo fato de agredir inocentes, cometendo crimes, mas sobretudo por transformar uma coisa séria e real numa hipótese absurda que só existe na cabeça dele.

Com essa ação do colunista, o nazismo real perde dimensão diante de um nazismo hipotético e se transforma na frase preferida de Bolsonaro: isso daí é fake news de vocês.

Dá tempo de não comprar essa ideia, gente amiga.


Leia o texto de França clicando aqui.

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